A Quercus, uma das maiores associações ambientalistas em Portugal, está empenhada em proteger o meio ambiente e a biodiversidade do nosso país. Para isso, tem lutado por diversas causas e, recentemente, enviou uma carta ao Governo e à Assembleia da República com uma proposta para travar os impactos ambientais dos toalhetes húmidos não biodegradáveis.
Estes produtos têm se tornado cada vez mais populares, principalmente para a higiene pessoal e a limpeza doméstica. No entanto, a sua composição é altamente prejudicial para o meio ambiente, uma vez que contêm plásticos e outros materiais não biodegradáveis. Quando descartados, acabam por poluir rios, mares e florestas, afetando diretamente a fauna e a flora.
Segundo a Quercus, a proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis é uma medida urgente e necessária para proteger o meio ambiente. Para isso, a associação sugere a criação de um selo “Biodegradável”, que certifique a qualidade dos produtos e os diferencie dos não biodegradáveis. Essa medida também ajudaria os consumidores a fazerem escolhas mais conscientes e a contribuir para a preservação do meio ambiente.
A Quercus ressalta que esta não é uma medida extrema, uma vez que outros países da União Europeia, como o Reino Unido, já proibiram a venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis. Além disso, a associação alerta para o custo ambiental da produção desses produtos, que envolve a exploração de recursos naturais, a emissão de gases poluentes e a geração de resíduos.
A proposta da Quercus também inclui a implementação de um sistema de reciclagem para os toalhetes biodegradáveis. A associação sugere que as empresas responsáveis pela produção desses produtos também sejam responsáveis pelo seu recolhimento e tratamento adequado, garantindo assim que não poluam o meio ambiente após o seu uso.
A luta contra os impactos ambientais dos toalhetes húmidos não biodegradáveis também envolve a consciencialização dos consumidores. Por isso, a Quercus defende a promoção de campanhas de sensibilização sobre a importância de escolhas mais sustentáveis e a redução do consumo desses produtos.
Esta não é a primeira vez que a Quercus se posiciona a favor do meio ambiente. A associação tem sido uma voz ativa em diversas causas, como a luta pela redução do uso de plásticos descartáveis e a proteção de espécies em risco. E, mais uma vez, a Quercus mostra o seu compromisso em defender e preservar o meio ambiente para as gerações presentes e futuras.
É importante que o Governo e a Assembleia da República analisem e considerem a proposta da Quercus com a devida atenção. A proteção do meio ambiente é um dever de todos e, juntos, podemos fazer a diferença. A proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e a criação de um selo “Biodegradável” são passos importantes para a construção de um futuro mais sustentável.
Façamos a nossa parte, escolhendo produtos e empresas que estejam alinhados com a preservação do meio ambiente e apoiando iniciativas como essa da Quercus. Afinal, a natureza é o nosso maior tesouro e cabe a nós protegê-la.





