O ano de 2019 foi marcado por muitos desafios para a economia portuguesa, mas também por conquistas significativas. Uma delas foi o excedente de 1.298 milhões de euros registado pelo Estado, o que representa uma melhoria de 885,5 milhões de euros em relação ao ano anterior. Esses números são motivo de orgulho e demonstram o esforço e a resiliência do país em superar as dificuldades e alcançar resultados positivos.
O excedente orçamental é a diferença entre as receitas e as despesas do Estado, ou seja, quando o governo arrecada mais do que gasta. Esse é um indicador importante para avaliar a saúde financeira de um país e, nos últimos anos, Portugal vem trabalhando para equilibrar suas contas públicas e reduzir o déficit. O resultado alcançado em 2019 é um reflexo desse esforço e mostra que estamos no caminho certo.
Um dos fatores que contribuíram para esse resultado foi o crescimento da economia portuguesa. Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,2%, impulsionado pelo aumento do consumo interno e das exportações. Isso gerou mais empregos e aumentou a arrecadação de impostos, o que teve um impacto positivo nas contas do Estado. Além disso, o governo também adotou medidas de contenção de despesas e de combate à fraude e à evasão fiscal, o que contribuiu para o aumento das receitas.
Outro fator que merece destaque é a redução da dívida pública. Em 2019, a dívida caiu para 117,2% do PIB, o que representa uma queda de 5,1 pontos percentuais em relação a 2018. Essa é a primeira vez em dez anos que a dívida fica abaixo dos 120% do PIB, o que demonstra a eficácia das medidas adotadas pelo governo para controlar os gastos públicos e melhorar a gestão das finanças do país.
É importante ressaltar que esse excedente foi alcançado sem sacrificar os serviços públicos e os investimentos necessários para o desenvolvimento do país. Pelo contrário, o governo conseguiu equilibrar as contas sem prejudicar áreas essenciais como saúde, educação e segurança. Além disso, foram feitos investimentos em infraestrutura, inovação e tecnologia, que são fundamentais para impulsionar o crescimento económico e a competitividade de Portugal.
Esse resultado também é motivo de comemoração para a União Europeia, que tem acompanhado de perto a evolução da economia portuguesa. O país recebeu elogios da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) pelo cumprimento das metas estabelecidas no programa de ajuste económico e financeiro. Isso demonstra que Portugal está a cumprir as suas obrigações e a dar passos importantes para fortalecer a sua posição no contexto europeu.
É importante ressaltar que esse excedente é fruto de um trabalho conjunto entre o governo, as empresas e a sociedade. Todos tiveram um papel fundamental para que esse resultado fosse alcançado. As empresas, por exemplo, contribuíram para o aumento da arrecadação de impostos e para a criação de empregos, enquanto a sociedade soube lidar com as medidas de austeridade e apoiar o governo nas reformas necessárias.
Esse excedente também tem um impacto positivo na vida dos portugueses. Com as contas públicas equilibradas, o país tem mais credibilidade e pode atrair mais investimentos estrangeiros. Isso gera mais empregos e estimula o crescimento económico, o que se reflete no aumento do poder de compra da população e





