No discurso proferido no plenário da Cimeira de Líderes do Clima, realizada no Brasil, o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, reafirmou o compromisso do país em promover as energias renováveis e fortalecer a eficiência energética. Além disso, anunciou que Portugal irá subscrever a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática e pediu que da COP30 (30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) surja uma “arquitetura global coerente” na área da adaptação às alterações climáticas, incluindo indicadores globais, monitorização, implementação e financiamento efetivos.
O discurso de António Costa na Cimeira de Líderes do Clima foi marcado por um tom otimista e determinado, demonstrando o comprometimento de Portugal em enfrentar os desafios do aquecimento global e suas consequências. O primeiro-ministro destacou que o país tem sido um exemplo na promoção das energias renováveis, com uma meta ambiciosa de atingir 80% de sua eletricidade proveniente de fontes limpas até 2030.
Além disso, António Costa enfatizou a importância de uma abordagem global e coordenada para enfrentar as mudanças climáticas, destacando a necessidade de uma “arquitetura coerente” que envolva todos os países e setores da sociedade. Nesse sentido, Portugal irá subscrever a Declaração de Belém, que visa combater a fome e a pobreza através de ações climáticas concretas e efetivas.
A Declaração de Belém foi lançada durante a Cimeira de Líderes do Clima, reunindo líderes de países da América Latina e do Caribe, com o objetivo de unir esforços para enfrentar os desafios do aquecimento global e suas consequências sociais e econômicas. Ao subscrevê-la, Portugal se junta a outros países que já assumiram o compromisso de combater a fome e a pobreza através de ações climáticas, como o Brasil, a Colômbia e o Peru.
Além disso, António Costa destacou a importância de uma abordagem abrangente e integrada para a adaptação às mudanças climáticas, que inclua indicadores globais, monitorização, implementação e financiamento efetivos. O primeiro-ministro ressaltou que é necessário um esforço conjunto para garantir que os países mais vulneráveis tenham acesso aos recursos necessários para se adaptarem às mudanças climáticas e mitigarem seus impactos.
Portugal tem sido um exemplo na promoção de políticas e medidas de adaptação às mudanças climáticas, como a implementação de sistemas de alerta precoce para eventos climáticos extremos e a criação de planos de adaptação em diferentes setores, como a agricultura e a gestão de recursos hídricos. Além disso, o país tem investido em tecnologias e infraestruturas resilientes, como a construção de diques e a melhoria da gestão de bacias hidrográficas.
O discurso de António Costa na Cimeira de Líderes do Clima reforça o compromisso de Portugal em liderar esforços globais para enfrentar as mudanças climáticas e suas consequências. O país tem sido um exemplo de como é possível promover o desenvolvimento sustentável e combater as alterações climáticas ao mesmo tempo, mostrando que é possível conciliar crescimento econômico com a preservação do meio ambiente.
Além disso, Portugal tem se destacado como um país que está disposto a assumir responsabilidades e compromissos internacionais, como a adesão ao Acordo de Paris e a participação ativa





