Em meio ao cenário econômico desafiador que o mundo vem enfrentando nos últimos anos, o Brasil tem se destacado como um dos países mais promissores para investimentos. E isso ficou ainda mais evidente em 2025, quando os investimentos de pessoas físicas no país tiveram um crescimento de 15,5%, segundo dados divulgados pelo InfoMoney.
O aumento do interesse dos brasileiros em investimentos é reflexo de um cenário de queda da taxa básica de juros, a Selic, que atingiu seu menor patamar histórico, e da maior estabilidade da economia do país. Com isso, os investidores estão buscando alternativas mais rentáveis e diversificadas para aplicar seu dinheiro.
Entre as diversas opções disponíveis no mercado, os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) foram os mais procurados pelos investidores, liderando em volume de investimentos. Esses títulos são emitidos pelos bancos e oferecem uma rentabilidade fixa, que pode ser pré ou pós-fixada, e são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em caso de falência da instituição financeira.
No entanto, uma classe de investimentos que vem ganhando destaque e apresentando um crescimento expressivo é a dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), que tiveram um salto de 122% na comparação com o ano anterior.
Os FIDCs são fundos que investem em títulos de crédito, como duplicatas, cheques e outros ativos de empresas, e têm como objetivo oferecer uma rentabilidade maior do que a média do mercado. Eles funcionam como uma espécie de “ponte” entre as empresas que precisam de recursos e os investidores que desejam obter uma rentabilidade mais atrativa.
O crescimento expressivo dos FIDCs pode ser explicado por diversos fatores, entre eles a maior diversificação dos investimentos, a busca por maior rentabilidade e a segurança proporcionada pela regulamentação e fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além disso, esses fundos têm se mostrado uma opção interessante para os investidores que buscam uma alternativa ao mercado de renda fixa tradicional.
Um dos atrativos dos FIDCs é a possibilidade de investir em diferentes setores da economia, como agronegócio, saúde, energia, entre outros. Isso permite que o investidor tenha uma carteira de investimentos mais diversificada, o que reduz os riscos e aumenta as chances de obter uma boa rentabilidade.
Outro ponto positivo dos FIDCs é a possibilidade de resgate antecipado, o que possibilita uma maior liquidez dos investimentos. Isso significa que o investidor pode resgatar seu dinheiro a qualquer momento, sem precisar esperar até o vencimento do fundo.
Além disso, os FIDCs têm se mostrado uma opção interessante para quem busca uma rentabilidade maior do que a oferecida pelos CDBs, por exemplo. Enquanto os CDBs têm uma média de rentabilidade de cerca de 5% ao ano, os FIDCs podem oferecer uma taxa de retorno que varia entre 8% e 12% ao ano, dependendo do tipo de fundo e do perfil do investidor.
Outro fator que contribui para o crescimento dos FIDCs é a segurança proporcionada pela regulamentação e fiscalização da CVM. Esses fundos são regulados pela instrução CVM 356/2001 e passam por uma série de exigências e controles, o que garante mais transparência e segurança para os investidores. Além disso, os FIDCs são obrigados a ter uma política de gestão de riscos e a disponibilizar informações periódicas aos investidores.
Diante desse cenário positivo, cada vez mais investidores têm se mostrado interessados em aplicar em FIDCs. E isso




